
Defesa
Especialistas orientam como proteger o registro e a reputação médica
Fonte: Jornal do Médico — 2026
Direito Médico · Para Profissionais e Clínicas
Assessoria a profissionais e instituições de saúde: contratos, conselhos de classe, responsabilidade e conformidade — para proteger a atividade e a reputação.

Por que isso importa
Contratos bem estruturados, conformidade e defesa técnica reduzem riscos para profissionais e instituições de saúde.
Atuamos de forma preventiva na estruturação da atividade e na defesa técnica quando o problema surge.
Como atuamos
Mapeamos contratos, conformidade e pontos de risco da atividade.
Organizamos contratos, sociedade e políticas de conformidade.
Atuamos em processos éticos e em demandas de responsabilidade.
Atendimento direto
Sem formulário longo e sem intermediário. Você explica a situação e recebe uma orientação inicial sobre os próximos passos.
Dr. Oliveira Advocacia
online
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Na mídia · repercussão do tema
O tema tem repercussão na imprensa e nos tribunais — abaixo, alguns fatos noticiados.

Defesa
Fonte: Jornal do Médico — 2026

Alta
Fonte: Revista Oeste — 2025

Prevenção
Fonte: Correio Braziliense — 2026
Reprodução de fatos noticiados pela imprensa, para fins informativos.

Quem conduz o seu caso
Advocacia com atuação em Direito à Saúde. Une profundidade técnica a um atendimento próximo, com acompanhamento de cada caso — do primeiro contato à solução.
Entenda o seu direito
Direito médico, aqui, é a atuação em favor do profissional de saúde e da clínica: defesa em processos ético-profissionais e ações de responsabilidade civil, prontuário e consentimento informado, sigilo, telemedicina e relação com operadoras.
A sindicância e o processo ético-profissional seguem o Código de Processo Ético-Profissional do Conselho Federal de Medicina, com fases definidas — sindicância, instauração, defesa prévia, instrução, julgamento e recursos ao CFM — e penas que vão da advertência confidencial à cassação do exercício profissional. A defesa técnica desde a sindicância é o que costuma definir o desfecho, porque é nela que se organiza a prova (prontuário, protocolos, testemunhas) e se enquadra a conduta nos artigos do Código de Ética Médica. Odontologia, veterinária e demais profissões têm processos equivalentes em seus conselhos.
A responsabilidade do profissional liberal exige culpa (CDC, art. 14, § 4º) e a obrigação é, em regra, de meio. O que decide a maioria das ações é a documentação: prontuário completo e contemporâneo, termo de consentimento livre e esclarecido específico para o procedimento (com riscos, alternativas e expectativas), registro de intercorrências e da orientação dada ao paciente. Cirurgia estética, tratada como obrigação de resultado, exige consentimento e registro fotográfico ainda mais cuidadosos. Seguro de responsabilidade civil profissional é recomendável, e a apólice deve ser lida antes do sinistro, não depois.
A Lei nº 13.787/2018 disciplina a guarda do prontuário (mínimo de 20 anos) e a digitalização; a LGPD (Lei nº 13.709/2018) trata o dado de saúde como sensível e exige base legal, controle de acesso e contratos com fornecedores. O sigilo profissional tem exceções estritas (dever legal, justa causa, consentimento). A telemedicina é regulada pela Lei nº 14.510/2022 e pela Resolução CFM nº 2.314/2022. Na relação com operadoras, glosas, descredenciamento e reajuste dos honorários seguem a Lei nº 13.003/2014 e a regulação da ANS sobre contratualização.
A força de uma ação contra o plano de saúde está na documentação. O relatório médico é a peça central: precisa descrever o diagnóstico (com CID), o tratamento indicado, a justificativa clínica e, quando for o caso, o risco da demora. A negativa da operadora, por escrito, é o segundo pilar — a ANS obriga a operadora a informar por escrito o motivo da recusa quando o beneficiário solicita.
Conteúdo informativo, em conformidade com o Provimento OAB nº 205/2021. Não constitui consulta jurídica nem promessa de resultado: cada caso depende da documentação, do contrato e da avaliação do juiz. Legislação, resoluções da ANS e entendimentos dos tribunais mudam com frequência — confira a data de atualização.
Perguntas frequentes
Sim, com defesa técnica em processos ético-disciplinares.
Sim — contratos, sociedade e conformidade da atividade em saúde.
Sim, profissionais e instituições de saúde.
A sindicância é a fase em que se decide se haverá processo. A defesa técnica desde o início permite organizar a prova e enquadrar a conduta corretamente; esperar a instauração do processo costuma reduzir as alternativas.
Sim. O prontuário pertence ao paciente, e o profissional ou a instituição têm o dever de guarda e de fornecer cópia quando solicitado. Negar o acesso é infração ética e enfraquece a defesa em eventual ação.
Base legal
Links para o texto oficial. Conteúdo informativo — a aplicação ao seu caso exige análise individual.
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Conteúdo informativo, em conformidade com o Provimento OAB 205/2021. Não constitui promessa de resultado. Cada caso exige análise individual.